O martelo bate toc, toc, toc,
Sobre o prego rígido e aprumado,
Penetrando na madeira adormecida,
Entortando-se, evitando a penetração,
Sentindo a dor que a madeira ali sentia,
Perfurando, rachando cada vez aprofundando mais,
A cada golpe que o martelo dá.
Peço desculpas formosa madeira,
Meu desejo não era te ferir,
Não controlo o golpe do martelo lança sobre mim.
E o martelo não tem culpa,
Pois no seu cabo,
Um homem esta ali a golpear.
Que culpa tem o homem,
Se precisar construir seu lar?
Então bata com um golpe só,
Para mais rápido o prego a madeira perfurar,
E a dor mais branda ficara.
Dalmo 04/11/08









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