Duas embarcações no mesmo rio a navegar,
Um gigantesco com motor possante,
Fazendo imensas ondas.
Outra pequena humilde com motor não tão poderoso,
Mau espuma cria na água azuis e pura,
Dentro da calmaria daquele rio.
Mas o tamanho avantajado daquela embarcação,
Junto aos impactos das águas e do vento,
Não deixa que distancie tão veloz.
E aos seus pés vai o humilde e feliz barquinho,
Em um só ritmo sem Cesar,
Sem conforto a oferecer, me leva onde meu destino ordenar.
Sem se quer eu poder repulsar
Sou pequeno sou humilde, humano como vocês.
Mas devagarzinho com cautela meu barquinho segue em frente,
Apreciando a beleza e também chegado La.
Dalmo 18/10/08









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