No subsolo de minha imaginação
Nos porões frios e úmidos dos meus pensamentos
Lá, bem no fundo esta a masmorra
De minha consciência.
Estou preso junto ao passado
Procurando ser despertado de possíveis culpas,
De varias incógnitas que a vida me ofertou,
Junto dos prazeres e absurdos
Desviando pensamentos puros.
Subtraído a inocência da minha juventude
Nas experiências que a vida me ensinou.
Agora com a seriedade que vivo
Longe das masmorras que me aprisiona
Por tanto tempo,
Volto a sorrir e sentir no peito
Só as lembranças deste mundo
Cercado pelas inverdades
Que me serviram de lição.
Dalmo 13/03/08









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